terça-feira, 2 de agosto de 2016

Entre Máscaras, nova ficção da bueiro Aberto


Entre máscaras

Nas salas de negociações, castelos e eventos em que o casal Dulcinéia e Gabriel se reúne há a difusão dos mais altos valores advindos da moral e dos bons costumes, fundamentos da burguesia brasileira que se apresenta como representante da civilização e da honestidade. Mas e quando eles estão no espaço privado? E quando não tem que manter a aparência pública? No submundo da elite, seus desejos animais são atiçados de forma podre. As máscaras caem, o casamento que ostentam em capas de revista se mostra fracassado. São porcos, são corruptos, pior de tudo, o que eles não aceitam, são humanos como qualquer um. Quando a cortina da convenção social se fecha, nos vemos diante dos conflitos mais extremos.

“Entre Máscaras” é o mais novo curta da Companhia Bueiro Aberto e da Barreto Filmes e foi inteiramente produzido de maneira independente e colaborativa.

ELENCO: Flávia Gonçalves, Juliano Lourenço, Jimmy Andrade, Janaina Reis
ROTEIRO E DIREÇÃO: Daniel Neves
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Thiago Barreto
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Diego Andrade
DIREÇÃO DE ARTE: Janaina Reis, Diogo Fonseca
TRILHA ORIGINAL: Diogo Fonseca
MONTAGEM / EDIÇÃO: Daniel Neves, Diego Andrade
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Will Cantuária
 SOM DIRETO: Thomas Nascimento
OPERARADOR DE CÂMERA: João Miller, Diego Andrade
PREPARADOR DE ELENCO: Thiago Barreto
ATRIZES COADJUVANTES: Elizabeth Massarelli, Fabiana Heloisa, Karine Assumpção, Nice Claudino, Regina Amaral e Thais Podestá
CABELEIREIRO: Everton Rodrigues
MAQUIAGEM: Daniela Esteves
ASSISTENTE DE ÁUDIO: Júnior Miranda
PRODUTORES: Thiago Barreto, Diogo Fonseca, Diego Andrade, Janaina Reis, Daniel Neves
MÚSICOS DE TRILHA: Diogo Fonseca (Voz e Violão), Flávio Blanc (Baixo), Diego Andrade (Percussão)
MIXAGEM DE TRILHA: Alex Machado

GÊNERO: Ficção
ANO: 2016

DURAÇÃO: 17 min.


Minhas Composições, novo doc da Bueiro Aberto


Numa casa simples onde reside na periferia de Guarulhos, Maria Barros de Jesus, carinhosamente conhecida como Dona Maria, aponta para as plantas que enfeitam o seu quintal e fala do Beija-Flor que ela cria sem precisar colocar na gaiola. As suas tantas lembranças passeiam por sua vida de imigrante na cidade grande, o trabalho de professora, o amor, a literatura, o futuro. São as emoções que a levaram a escrever tantas poesias durante décadas, só publicadas em 2015 no livro que leva o nome desse filme. Conhecemos a vida de Dona Maria pelas suas poesias, e vice-versa.

"Minhas Composições" é mais um documentário da Companhia Bueiro Aberto que estreia em 2016.

ROTEIRO / DIREÇÃO / MONTAGEM: Renato Queiroz e Daniel Neves
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: Daniel Neves
EDIÇÃO: Daniel Neves
PRODUÇÃO: Renato Queiroz





EDIÇÃO: Daniel Neves 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Achados e Perdidos, mais um filme da Bueiro Aberto



Entre sentimentos, a multidão que vai pela cidade, os conflitos da vida que nos deparamos a cada novo encontro e desencontro, há versos e corações achados e perdidos, há a voz do poeta que mesmo sendo cordelista e contador de causos, um paulista nordestino, nos surpreende com uma poesia que é lírica, que nasce dentro do peito.

Baseado no livro homônimo de Carlos Galdino, ACHADOS E PERDIDOS é o mais novo curta-metragem da Companhia Bueiro Aberto e se faz como um prólogo de um filme que pretendemos fazer futuramente.

ROTEIRO E DIREÇÃO: Daniel Neves
CÂMERA / EDIÇÃO: Daniel Neves
PRODUTOR E IDEALIZADOR: Carlos Galdino

Curta-metragem (6 min.)
Documentário
(2016)



terça-feira, 5 de abril de 2016

Estreia Viola Urbana, novo filme da Cia Bueiro Aberto


Diante da diversidade cultural que se faz na periferia de Guarulhos,  grande SP, através da experiência do cordelista Mário Cabral, um guarulhense amante da cultura nordestina e da cultura caipira devido à influência dos pais paraibanos, nasceu o longa-metragem "Viola Urbana". Como pode uma cultura sobreviver mesmo longe do seu habitat natural? A migração de pessoas foi também a migração da cultura, de costumes, que resignificaram a tradição no contexto urbano. Viola Urbana percorreu bairros da cidade e colheu depoimentos e experiências de pessoas que, mesmo longe da sua terra de origem ou da de seus pais, mantém forte a raiz rural, quase como se fosse um paradoxo. Nomes como Dedé Laurentio, Áurea Fontes, Seu Oliveira, Orlando Alvorada, Antonio Dantas, entre outros, contam suas vivências. "Viola Urbana" estreia em abril e é mais uma produção independente da Companhia Bueiro Aberto!


Roteiro e Direção: DANIEL NEVES

Produção/pesquisa: MÁRIO CABRAL
Direção de Fotografia: DANIEL NEVES E DIOGO FONSECA
Montagem/edição: DANIEL NEVES

Ano de produção (2016)

Gênero (documentário)
Duração (60 minutos)

Estreia dia 30 de abril, às 18 hrs, no Espaço Arranca, Rua Santa Catarina, 520, Jd. Tranquilidade, Guarulhos, SP e será parte de mais uma exibição do Cineclube Incinerante.

Confira as exibições já confirmadas após a estreia:

Dia 07/05 - Espaço Caravançará - Guarulhos

Dia 26/06 - Teatro Nelson Rodrigues, Projeto Viola Viva - Guarulhos

Outras exibições serão divulgadas em breve!


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

NOVO DOC DA COMPANHIA BUEIRO ABERTO



UM VERSO NA MAQUINARIA

O poeta vai pela cidade, observa os carros, as pessoas em passos apressados, as máquinas que não param junto da fumaça. Entre as engrenagens do concreto, ele escreve seus versos, sua dor, sua esperança perante um mundo que parece perdido. Eis a descrição do documentário "Um Verso na Maquinaria", inspirado em livro homônimo de Daniel Neves e dirigido por "Diogo Fonseca". O curta é mais uma parceria entre a Companhia Bueiro Aberto e o Jornal Dialética.

ROTEIRO E DIREÇÃO: Diogo Fonseca
TRILHA ORIGINAL: Diogo Fonseca
FOTOGRAFIA / PRODUÇÃO: Daniel Neves e Diogo Fonseca
MONTAGEM / EDIÇÃO: Daniel Neves